Eu parei de escrever aqui...
penso em voltar para o www.uaieo.blogspot.com
...ou farei outro
sexta-feira, 27 de março de 2009
domingo, 15 de março de 2009
sábado, 14 de março de 2009
♯ "Uma namorada exigente"
Que a cada instante viro glóbulo desse sangue.
Se me identifico?
Desindentifico-me e me integro nessa cadeia.
Já não sou, mas me encontrei.
Não sei se algum dia estarei nela.
Mas a Medicina sempre, sempre esteve em mim.
Se me identifico?
Desindentifico-me e me integro nessa cadeia.
Já não sou, mas me encontrei.
Não sei se algum dia estarei nela.
Mas a Medicina sempre, sempre esteve em mim.
quarta-feira, 11 de março de 2009
♯ Faltando uns pedaços
O amor é um grande laço, um passo pr'uma armadilha
Um lobo correndo em círculos pra alimentar a matilha
Comparo sua chegada com a fuga de uma ilha:
Tanto engorda quanto mata feito desgosto de filha
O amor é como um raio galopando em desafio
Abre fendas cobre vales, revolta as águas dos rios
Quem tentar seguir seu rastro se perderá no caminho
Na pureza de um limão ou na solidão do espinho
O amor e a agonia cerraram fogo no espaço
Brigando horas a fio, o cio vence o cansaço
E o coração de quem ama fica faltando um pedaço
Que nem a lua minguando, que nem o meu nos seus braços
Djavan
As aulas começaram. Ou deveriam ter começado. Entre empolgações e frustrações, a sensação de que o mundo é enorme e que, se você quiser abraçá-lo, deverá crescer muito, muito.
Querendo eu tanto, tanto, tanto abraçar o mundo, ainda ficam alguns buracos que insistem em não ficar preenchidos!
domingo, 8 de março de 2009
♯ Sol

Alguns dias a gente se sente especialmente só. Não abandonado, não uma solidão avassaladora que corrói os glóbulos brancos te deixando leucêmico, não. Apenas só, sozinha.
Talvez porque amanhã será o primeiro passo depois de muitos inúteis para eu ser alguém na vida... mas que importância tem isso?
Sinto como se eu quisesse uma mão para me levar até a sala, com uma lancheirinha, ansiosa para brincar com a massinha de modelar, mas com medo de que minha mãe vá embora e tudo desmorone.
Quem segura a mão da gente quando a gente é adulto? Como os adultos conseguem andar e resolver tantos pepinos e abacaxis sem alguém para apoiar e dizer: vai dar tudo certo, eu estou aqui!
E se eu não conseguir? E se eu não conseguir sozinha? Se eu pudesse ao menos levar o João Pedro, seria tudo muito mais fácil. Mas o que diriam de mim se eu, adulta, levasse o João comigo? Não me parece que causaria uma boa impressão.
Estou me sentindo muito ingênua para enfrentar isso tudo. Seria bom se meus sonhos fossem um pouquinho menores, proporcionais e cabíveis a mim. Seria bom se meus sonhos fossem um pouquinho menores, proporcionais e cabíveis a mim?
Eu queria que a Synara estivesse comigo. Eu me sentiria melhor. Muito melhor. Mas eu estou só.
E há tantos acertos que eu não posso perder. Há tantos erros que eu vou ter que superar. E escolhas, mil escolhas! Decisões difíceis. Decisões: difíceis. Mas agora que começou, começou!, eu tenho que seguir em frente na minha decisão de seguir o sacramento. Eu já fiz o meu voto.
Sinto um peso terrível nas costas. E estou só. Se minha fé fosse maior, talvez eu não me sentisse assim. Mas não vou pensar nisso, pois a culpa intensifica o peso.
Eu vou conseguir. Eu sempre consigo. Ainda que só.
Vou-me embora para dentro. Pros sonhos e desejos e anseios.
Só lá se é. Fá dó ré mi.
(razão do vídeo: "Nobody said it was easy")
sábado, 7 de março de 2009
♯ Yellow
Depois de assistir ao "P.S.: I love you" - que, diga-se de passagem, foi o filme perfeito para hoje - saí da sala de TV e tive uma surpresa: o dia estava amarelo. Esta lindo, lindo! Eu pensei que eu quem estivesse vendo as coisas de forma envelhecida... mas não! A grama estava verdíssima, o céu hiper nublado e o dia amarelo. Eu nunca vou esquecer dessas imagens... a grama verde, o dia amarelo, nublado.
Minha irmã não gosta desse filme que citei. Mas eu gostei bastante. Viver de filmes seria bárbaro! Os filmes podem ser impossíveis, inverossímeis, de finais tristes... seja o que for. Mas me fazem feliz como se fossem lembrança de algo que eu vivi. E o que é a vida senão lembranças? Lembranças amarelas!
Minha irmã não gosta desse filme que citei. Mas eu gostei bastante. Viver de filmes seria bárbaro! Os filmes podem ser impossíveis, inverossímeis, de finais tristes... seja o que for. Mas me fazem feliz como se fossem lembrança de algo que eu vivi. E o que é a vida senão lembranças? Lembranças amarelas!
sexta-feira, 6 de março de 2009
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